domingo, novembro 27, 2011

(Da noite já alta de 22:)


Apagar tudo é o remédio?

Mas... e a seguir?

Diria que é só uma forma de pautar a actividade de estar a olhar para o vazio.

Da mesma forma que martelo cadenciadamente estas teclas. Sim, dessa mesma forma.

Em termos de erros é preciso repetir essa mesma análise.

Não concordas, meu?

Nah. Seria fácil.

Esta é de resto uma hora fácil. No sentido em que se opõe ao difícil. Mas. Sem mais desvios:

Meus caros, eu quero é saber o que fazer deste incontrolável.

Que me impele a zás zás e a mais zás e até a mais...

Zás a mais.

Repetição o motor? O trecho imediato, mais de todos imediato, em termos da facilidade com que o motor de inferência encontra ou estabelece como resposta - uma vez que está ali à superfície da memória.

Trata-se no fundo de desaprender a mania do contexto. Sim, esse drama.

Lubrifiquei a chama, e ela ribombou antes de fazer um ruído pasmo.

Adociquei a hora e ela trouxe-me este vendaval de pequenos monopéptidos.

Quero urinar do alto de um prédio. Esta sim é a minha resposta para a desolação que todos vivemos hoje.

Nenhures vive por violentar.

Existe prédio no drama.

Como ultrapassar a noção escrita da escrita? A inflexão da reflexão? Como?

Desmoronar a sequência. Porque há xilofones nisso.

Preencher o vazio de corropio.

Exaurir a meta ou metáfora. Que é e que somos.

Minha nossa senhora!

Debicai livremente, pássaros de nenhures, sítio universo. Extravasai as mãos que vos sustêm. Aúúú. Uivai até, desafiantes. Desafiantes da condição vossa.

Aúúú.